No limite
dos mil braços, as mãos das trevas não
alcançam.
A arqueira
celestial não é visto o caminho em que a luz é derrubadaA brisa acende as chamas, se junta e não deve haver hesitação.
Olhem onde meu dedo apontar, projétil de luz.
Oito pontos do corpo, nove condições sutra dos céus.
Tesouro doentio, grande anel, a torre de defesa cinza
A flecha lançada ao longe brilha e desaparece...
Creio na luz, e a luz tem de ser a que me serve, a que minha imaginação requer, Minha luz não será nunca a que o Sol pode me dar...

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