A lua morta clarea levemente a terra
Mostrando o guerreior fantasma da armadura dourada
Com a face escondida pela mascara demoniaca
Ruge feróz aguardando a chacina que viria
O sol nasce despedaçado, nasce escuro
Em vez de clarear escurece oque ja é obscuro
A batalha maligna que dura um minuto
Chamando o montro de saturno
A aparencia ilude a intenção
Os cristões pedem piedade no juizo final
Os pecadores pedem vingança
A lua morta reaparece, os demonios descem
a guerra do inferno começara...
Mateus Lackmann Tavares
Eu Existo e Você?
Eu sei de tanta coisa que eu não sei de nada, pois o nada que eu sei tem tanto a me contar...
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
A figura maquiavelica
A figura maquiavelica que te asombra
O medo que te amedronta
A lagrima de sangue que cai sem motivos
A lua morta chega e levanta os caidos
A liberdade de sua alma requer sacrificios
A carniça que resta de seu corpo se desentegra
Com a lamina ele corta o olho da fera
O solitario que guarda o odio em seu coração
A criança pobre que sofre de mao em mao
Realidade é cruel mas nem sempre justa
A certeza de uma decepçao injusta
Lutando por aquilo que nós qremos
Frustações tão grandes que sofremos
Caminhar sem rumo pela rua sombria
Vozes cochichando e o vento que assobia
Pensamento sem nexo nenhum
Me use, Me chingue, me guspa fora
Sou apenas mais um...
mateus lackmann tavares
O medo que te amedronta
A lagrima de sangue que cai sem motivos
A lua morta chega e levanta os caidos
A liberdade de sua alma requer sacrificios
A carniça que resta de seu corpo se desentegra
Com a lamina ele corta o olho da fera
O solitario que guarda o odio em seu coração
A criança pobre que sofre de mao em mao
Realidade é cruel mas nem sempre justa
A certeza de uma decepçao injusta
Lutando por aquilo que nós qremos
Frustações tão grandes que sofremos
Caminhar sem rumo pela rua sombria
Vozes cochichando e o vento que assobia
Pensamento sem nexo nenhum
Me use, Me chingue, me guspa fora
Sou apenas mais um...
mateus lackmann tavares
Perdão
Eu vejo voce gritando de dor
Me esbaldo ouvindo sua vóz tremula
vejo a sua cara de medo
olho bem no fundo de seu olho assustado
vejo sua alma encolhida de frio
seu corpo nao produz mais calor
voce desperdisou isso que voce chama de vida
Voce nao sabe como é bom ver voce
Ver voce gemendo de tanta dor
Dor da qual rasga a sua carne
voce que fazia os outros de degraus
esta recebendo o ódio dos mesmos
Busque o perdão nos punhos raivosos
Chore o seu perdão, implore por ele...
Mateus Lackmann Tavares
Me esbaldo ouvindo sua vóz tremula
vejo a sua cara de medo
olho bem no fundo de seu olho assustado
vejo sua alma encolhida de frio
seu corpo nao produz mais calor
voce desperdisou isso que voce chama de vida
Voce nao sabe como é bom ver voce
Ver voce gemendo de tanta dor
Dor da qual rasga a sua carne
voce que fazia os outros de degraus
esta recebendo o ódio dos mesmos
Busque o perdão nos punhos raivosos
Chore o seu perdão, implore por ele...
Mateus Lackmann Tavares
sábado, 5 de fevereiro de 2011
O dia que tudo começa
Me sinto por baixo quando não a vejo
caminho por diversas curvas mas continuo perdido
encontro sua alma jogada ao vazio do obscuro
passo rapidamente por um poço e faço um pedido
oque é eu não revelo mas quando se realizar
todos irão espernear, se desesperar, gritar e se assustar
o dia que estava claro escurece em um piscar
sua alma revoltada se rebela contra você mesmo
gritos desesperados surgem de sua boca
a alma permanece fria e focada
um momento de silencio faz alguem ouvir o nada
ali naquele momento faz a morte surgir estressada
escute oque ela fala e preste atenção nisso
revolução, devastação, resurreição do demônio legião
ALMA E CORPO AGORA APENAS UM
o fracasso humano resiste durante os seculos
se matando lentamente logo depois que deu o primeiro suspiro
a mente os domina para logo escraviza los
liberte o seu ódio e o seu grito oprimido
discuta, brigue e até mate por aquilo que você quer
você não passa de um merda resistindo a chuva
você é um perdedor que não vale o sangue que derrama
me mostre suas mãos sangrentas de ódio
me mostre oque restou da carniça de seu corpo
queime nas chamas da vingança e retorne
retorne das cinzas como um príncipe do inferno
decida de uma vez o seu destino...
Mateus Lackmann Tavares
caminho por diversas curvas mas continuo perdido
encontro sua alma jogada ao vazio do obscuro
passo rapidamente por um poço e faço um pedido
oque é eu não revelo mas quando se realizar
todos irão espernear, se desesperar, gritar e se assustar
o dia que estava claro escurece em um piscar
sua alma revoltada se rebela contra você mesmo
gritos desesperados surgem de sua boca
a alma permanece fria e focada
um momento de silencio faz alguem ouvir o nada
ali naquele momento faz a morte surgir estressada
escute oque ela fala e preste atenção nisso
revolução, devastação, resurreição do demônio legião
ALMA E CORPO AGORA APENAS UM
o fracasso humano resiste durante os seculos
se matando lentamente logo depois que deu o primeiro suspiro
a mente os domina para logo escraviza los
liberte o seu ódio e o seu grito oprimido
discuta, brigue e até mate por aquilo que você quer
você não passa de um merda resistindo a chuva
você é um perdedor que não vale o sangue que derrama
me mostre suas mãos sangrentas de ódio
me mostre oque restou da carniça de seu corpo
queime nas chamas da vingança e retorne
retorne das cinzas como um príncipe do inferno
decida de uma vez o seu destino...
Mateus Lackmann Tavares
Ontem pensei
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