A figura maquiavelica que te asombra
O medo que te amedronta
A lagrima de sangue que cai sem motivos
A lua morta chega e levanta os caidos
A liberdade de sua alma requer sacrificios
A carniça que resta de seu corpo se desentegra
Com a lamina ele corta o olho da fera
O solitario que guarda o odio em seu coração
A criança pobre que sofre de mao em mao
Realidade é cruel mas nem sempre justa
A certeza de uma decepçao injusta
Lutando por aquilo que nós qremos
Frustações tão grandes que sofremos
Caminhar sem rumo pela rua sombria
Vozes cochichando e o vento que assobia
Pensamento sem nexo nenhum
Me use, Me chingue, me guspa fora
Sou apenas mais um...
mateus lackmann tavares
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