A lua morta clarea levemente a terra
Mostrando o guerreior fantasma da armadura dourada
Com a face escondida pela mascara demoniaca
Ruge feróz aguardando a chacina que viria
O sol nasce despedaçado, nasce escuro
Em vez de clarear escurece oque ja é obscuro
A batalha maligna que dura um minuto
Chamando o montro de saturno
A aparencia ilude a intenção
Os cristões pedem piedade no juizo final
Os pecadores pedem vingança
A lua morta reaparece, os demonios descem
a guerra do inferno começara...
Mateus Lackmann Tavares

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